tentante

Criação com apego ou desapego?

Quando eu pensei em engravidar, pensei em parir com um medico que me respeitasse e mais que tudo, respeitasse meu filho ali recém chegado ao mundo.

Depois de encontrar a equipe certa, ter uma gravidez perfeita e parir perfeitamente, eu obviamente criaria meu filho com…respeito. Sempre me foi muito intuitivo, que embora ele seja apenas um bebe, ele é uma pessoa e merece respeito.

Ai descobri que existia essa tal “criação com apego” e confesso que odeio esses termos modernosos, mas li e achei interessante a pegada…

Hoje em dia há uma avalanche de blogs de maternidade, paternidade, filhos, criação. Faça isso, faca aquilo, não faça isso, você é péssima mãe se fizer isso, boa se fizer aquilo e eu acho isso tudo um saco. Leio, me interesso e sigo minha criação com base no que acredito, no que se adequa a minha família e sem culpa. Isso eh o mais importante: SEM CULPA.

Desde quando nasceu, o Thomas é uma criança que demanda demais (descobri outro termo chato: high need child). Ele só dorme acompanhado, precisa de atenção o tempo todo, não brinca sozinho, não fica sozinho,grita, chora quando não consegue o que quer ou quando quer alguma coisa e ok. Entendo que essa é a personalidade dele, aceito isso.

Eu tive uma criação que hoje vejo foi “violenta”. Meus pais me ameaçavam mandar pra colégio interno se não me comportasse, já fui forcada a comer quando não aguentava mais, minha mãe me dava vaaaaarios tapas, beliscões, meu pai me deixava de castigo, fora as discussões inúmeras com minha mãe… Lembro que isso tudo me deixava triste, com medo e com raiva. Lembro que com 6, 7 anos escrevi uma carta pra minha avo (que foi interceptada, rsrs) na qual eu pedia pra ir embora. Provavelmente eu fui uma criança difícil, lembro que questionava, perguntava e talvez meus pais não soubessem lidar com isso e apenas reproduziram o que sabiam, a época, como criar um filho. Ok, eu cresci, não esqueci mas perdoo meus pais.

Pulamos para hoje em dia. Eu não quero criar meu filho com violência. E por isso, entenda-se que eu não pretendo bater nele, não acredito em palmadas como forma de educação. Não pretendo gritar com ele, falar com violência, mandar, não explicar. Isso para mim obviamente eh muito mais difícil e complicado do que simplesmente “calar” , mandar, obrigar uma criança. é fácil cair na cilada de reproduzir com seus filhos aquilo que aprendemos.

Outro dia, estava com marido e ele soltou: “ Meu pai me criou assim”. Pqp, um sinal de alerta acendeu na minha cabeça: Mandei textos, mandei links para ele ler e entender isso tudo, porque obviamente é muito mais complicado você mudar seu comportamento, especialmente aquele que diz respeito a sua criação (as pessoas tendem a acreditar que sua criação é a melhor e não se abrem para as mudanças). Conversei com ele e no fim, acho que entendeu embora algumas vezes vejo escapar o tratamento mais ríspido com o Thomas, do tipo: “Pega isso”. “Voce quer me enlouquecer”? Conversei com ele, porque na boa, não adianta eu não criar meu filho assim e ele ter no pai a figura que eu não quero que ele tenha. A figura do medo. Do respeito baseado no medo.

Agora eu imagino para uma criança como o Thomas como ele receberia uma criação violenta? Se ele, já sendo mega sensível como é, sendo tratado a pão de lo, se recebesse um tapa? Eu não quero ter um filho com medo de mim. Eu quero que ele me respeite porque eu também o respeito. Respeito seus limites, suas vontades, sua personalidade, ainda que muitas vezes ele seja “difícil”.

As pessoas tendem a “se aproveitar” do fato de que a criança não sabe se expressar, não sabe falar, não sabe lidar com seus sentimentos e se tornam a vitima perfeita: Voce descarrega sua raiva e eles simplesmente absorvem aquela energia e se calam. Novamente, eu não quero criar meu filho assim.

Da trabalho? Porra! Tem dias que da vontade de sair correndo pelada? Tem, menos no inverno. Tem dias que o Thomas ta um saco? Sim. Tem dias que eu preciso repetir 423243252 vezes pra ele entender? Sim, a maioria. Mas eu sabia de tudo isso quando me apliquei pro cargo de ser mãe e quando eu escolhi isso eu aceitei de coração aberto os ônus e os bônus.

O que eu queria dizer eh que quando se trata de criar um filho, pra mim não tem receita de bolo: eu preciso conhecer quem é aquele ser. Ainda que seja meu filho, 50% dos meus genes, ele tem a personalidade dele. Ele tem as vontades dele. Ele tem os horários, as rotinas dele e cabe a mim, como mãe, aceita-las e ajuda-lo a crescer de uma forma respeitosa, amigável. Para mim, faz muito mais efeito a disciplina positiva, de elogiar as coisas, ainda que meio erradas (tipo, metade dos brinquedos guardados), do que dizer que ele fez tudo errado. Nao, pra mim, o copo tem que estar sempre meio cheio. Digo isso, porque hoje, aos 32 anos, se alguém me diz: Carol, você fez XYZ errado., minha atitude vai ser me introverter e ficar remoendo, ao contrario do que se a pessoa me dissesse: Poxa, ficou legal, mas ficaria ainda melhor…Parece idiota, mas isso ajuda. Imagino com uma criança o quanto ajudaria mais ainda.

Eu peço sempre as coisas para ele, explico, abraço, dou beijo. Não deixo ele chorar nunca, não rio dos seus momentos de tristeza, tento mostrar para ele sempre que há consequências pros nossos atos, não grito, deixo ele ter os momentos de raiva dele e espero passar. Isso tudo é mais trabalhoso, desgastante, mas recompensa. O Thomas entende e vejo isso nitidamente no comportamento dele.

Afinal, qual ser não gosta de ser tratado com respeito? Ja diz o velho ditado: Respeito eh bom e eu gosto.

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21 comentários em “Criação com apego ou desapego?

  1. Certeira, como sempre!
    Eu também prefiro dar uma educação a Lucy sem me apegar a rótulos. A única coisa que sei é que estou disposta a me esforçar ao máximo para que ela cresça sabendo que é respeitada e muito amada.
    Como você disse, escolhemos ser mãe e aceitamos os bônus e os ônus que essa escolha carrega!
    Beijo grande em todos!

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  2. oi. leio o seu blog tem um tempão! rs.
    tbm tenho uma filha. Ela tem quase 3 anos.
    tbm procuro sempre educa-la com muito respeito, conversas, carinho, educação.
    E com certeza é muiiittooo mais desgastante, mas olha, eu n me imagino batendo!! Nunca! A culpa depois deve ser bem maior.
    Confesso que já falei um pouco mais alto (longe de um grito meu) e só isso já me fez sentir meio mal….
    Teve uma frase que ouvi outro dia que acho q faz sentido: “Educar dá trabalho. Se não estiver dando, é por que tem algo errado” rsrsrsrsrs.

    Beijos.

    Aline

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  3. Para mim também sempre foi meio intuitivo. Meus pais também me criaram de uma forma assim mais “violenta” e também nunca achei que era a melhor coisa. Respeito é fundamental. E eu sei que se aproveitam da falta de capacidade de se defender da criança para se impor. Odeio tanto isso! No meu caso ainda preciso trabalhar melhor o perdão… não que vivo “de mal”, mas sei que guardo essa mágoa.
    Seu texto foi lindo de ler. Também tenho a mesma dificuldade com meu marido. Ele disse que respeita meu jeito de criar, mas acha que não é adequado. Ele ainda não entendeu que dar esse amor não é deixar de dar limite, e que o amor tem que ser dado em todos os momentos, inclusive nos ruins, quando o filho está chorando por frustração, por exemplo. Eu explico que não pode e ele chora, eu deixo chorar, mas não sozinho, eu “aguento” o choro dele, se for preciso, abraçada. E meu marido acha que tenho que desprezar, deixá-lo sozinho… sabe o que penso? Que falta muita compaixão! Basta se colocar no lugar do outro…
    Desculpe se falei demais… acompanho seu blog há um tempo (dou sempre uma olhada na lista do blog da Carol e suas baby bobeiras…) e senti vontade de comentar dessa vez. Beijos e obrigada por dividir…

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    1. Pois eh, ne? Eh tao mais respeitoso tratar os pequenos que nem gente… Eh um exercicio diario, se reconstruir e evitar seguir o que aprendemos a duras penas,mas eu acho que vale a pena. E nossa, porque os maridos sao assim, ne? o meu eh identico! rsrsrsrs
      Bjoks e obrigada pelo comentario! 😀

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  4. Como sempre, adorei seu blog! E que legal, descobri um termo que explica um pouco minha filha. Ela vai fazer 1 ano e 5 meses (nasceu poucos dias antes do Thomas, lembro porque acompanhava seu blog na minha gravidez) e também é sensível e geniosa. A educação que eu recebi foi bem amorosa, mas meu marido teve uma muito ríspida e sem carinho, sem demonstrações de afeto. Quando ele fala grosso com a Valentina, sinto um calafrio e falo com ele, não quero que faça com ela o que fizeram com ele (embora ele seja um pai amoroso, tem seus momentos em que perde a paciência e fica bravo). Bato o pé e insisto no que acredito. Outro ponto que a gente discordava era sobre a cama compartilhada: a Valentina sempre ficou no quarto dela, no berço, mas sempre teve um sono agitado e, agora que está maiorzinha, gosta de vir para nossa cama, onde sempre dorme melhor (e eu aceito, porque não sou de ferro e acordar trocentas vezes para acalmá-la quando chora é muito difícil quando se levanta todo dia às 4 e meia da madrugada para ir trabalhar). Ele dizia que ela ia ficar manhosa, mal-acostumada etc e tal. Enchi o saco e falei: sabe de uma coisa? Ela é minha única filha, não posso engravidar novamente, ela só vai ser bebê uma vez e não vou negar aconchego e carinho para ela nunca! Já vi tanta criança que nunca dormiu com pai e mãe e é um poço de manha, se ela for manhosa esse não vai ser o único motivo, então temos que caprichar na educação, porque meu colo ela vai ter sempre que quiser! Daí ele acalmou e está aceitando melhor, rola até uma farra na nossa cama à noite antes de dormir e, nesses dias de águas de março fechando o verão, dormir a três é uma delícia!
    Desculpe o comentário-post e beijo para você e o gatinho!

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    1. TOTAL! eu confesso que marido nao curtia cama compartilhada tb, mas so sorry, prefiro dormir com o pe do thomas na minha boca, mas DORMIR! rs Agroa marido aceita e as vezes ate fala pra gente colocar ele no meio..rsrsrs E eh engracado como a criacao dos maridos eh sempre mais dura, ne? Fora aqueles comentarios bobos de que ” nao pdoe ser mto amoroso pra nao ser gay”. Gente, errado em so many ways…mas enfim! Eu nao to nem ai, como falei no outro comentario, acredito que amor com amor se paga e acredito mais ainda na minha intuicao e ligacao com o Thomas e atendo ele sempre que possivel. A vida ja vai ser dura demais pra ele ainda ter mais dureza em casa…rsrsrsrs
      Adorei seu comentario1 hehe
      Bjoks pra vcs 3 tb!

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  5. Carol, como sinto saudades dos seus posts. Meu bebê está com 7 meses e entendo perfeitamente o que você fala… Ele é do tipo ‘high need child’ Está deixando a gente louco de cansaço e amor😜. Não gosta de brincar sozinho, quer muito colo e atenção 24 horas. Detalhe: dorme pouco! 😂😭 O mais engraçado é a opinião das pessoas, faz tempo que não levo em consideração até mesmo a do pediatra: deixar chorar. Criação com apego acredito que antes de mais nada é a criação com amor. Fazer o que achamos certo, o que os deixa feliz… Sigo poucas mães e gosto muito do seu jeito de pensar e agir. Beijos pra você e para o gatão do Thomas!

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    1. AAwn, obrigada! eu sinto falta de escrever e confesso que as vezes acho que ngm mais sente falta (momento novela mexicana…hahah) Pois eh, esses escorpianinhos vieram caprichados, ne? O thomas eh um poco de carencia…rsrsrs Mas eh mais um motivo pra acolher sempre. A primeira pedi dele, que ia atender o parto e nao deu tempo, sempre me disse que o negocio eh gentileza sempre. E eu acredito mto nisso, em tudo! Posso ate parecer boba, mas acho que amor com amor se paga, sabe? rs
      Bjoks pra vcs e obrigada pelo carinho!

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    2. Gisélia, meu filho com 7 meses me dava um cansaco enorme, lembro de dizer que tava pior que com RN. Ele sempre dormiu pouco durante o dia, nessa época era só no colo (nem pensar deita-lo) ou por um milagre no carrinho durante um passeio (mas se parar acordava). Ele já estava pesado e nao curtia mais tanto o canguru ou sling, ficava acabada.
      As noites estavam bem ruins e achei que nós 3 já estávamos mais que prontos (acho que atrapalhavamos o sono do filho) e botamos o bebê no quarto dele. Logo após fiz desmame noturno porque eu tinha certeza que nao era fome e sim hábito. Incrivelmente tudo melhorou já no período de adaptacao.
      As sonecas diurnas ainda sao curtas, mas posso estacionar o carrinho e descobri que ele dorme superbem sozinho na nossa cama (deito com ele até ele adormecer – o que ainda demora bastante – e depois saio ou durmo junto… hehe). Hoje com 1 ano ele dorme umas 12h por dia (11 de noite e 1 de dia), é o mínimo recomendado, mas acredito que, ao contrário de antes, ele nao está mais privado de sono.
      Outra coisa que melhorou muito foi quando o guri lá pelos 8-9 meses aprendeu a engatinhar e se levantar. Ainda queria bastante o meu colo (acho que era a ansiedade de separacao), mas aquilo de pedir colo por tédio, para mudar de lugar acabou.
      Observa teu filho e a tua família e rotina, vê o que é aproveitável ou nao de dicas e palpites e ignora o resto.
      No início eu corria desesperada para atendê-lo, hoje atendo com calma (como marido sempre fez), mas também nao deixamos chorar e damos colo a vontade. Nao sei se esse é o caminho mais fácil ou difícil, mas para mim é o obvio.

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  6. S U P E R !
    Acabei de ler o livro “Educar sem violência: criando filhos sem palmadas”, da Ligia Sena e Andréia Mortensen, justamente porque queria entender COMO a educação que tivemos de uma vida inteira, poderia ser diferente! Eu não me lembro de apanhar da minha mãe, mas levei muitos gritos, fiquei muito de castigo e ouvi muitos “porque é assim e acabou!”. Descobri que isso também é violência. Eu não perdi o amor por minha mãe, mas gostaria de criar a minha filha de um outro jeito.
    Então, quando surgiram as primeiras vontades de dar-lhe uns tapas por puxar as orelhas do cachorro repetidas vezes, por abraçar a roda imunda do carro estacionado, por arrancar meus óculos escuros e abrir as pernas deles até quebrar, etc., eu contive meu impulso e busquei a alternativa nessa leitura.
    Vc tem razão: é MUITO mais difícil. Mas quando conseguimos estabelecer a comunicação, é impagável o respeito que conseguimos! E o amor que construímos disso aí. Elis quando segue para alguma coisa “errada” (que ela não deva fazer), ela para no meio do caminho, olha pra mim e faz “não” com o dedinho. É muito linda!
    Agora cabe a mim continuar paciente para dar seguimento de ensinar o que deve, o que não deve (e porque) se fazer.
    Um beijo!

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  7. Carol, não é a primeira vez que eu rascunho um post pro meu blog e você vai lá e pimba: publica um post super massa sobre aquele assunto que eu estava rascunhando. Este assunto da criação com apego está bastante na minha cabeça nesses últimos dias principalmente por causa da Conferência on line da maternagem consciente. Vi uma palestra que me fez até chorar! A Liana é muito parecida com o Thomas: ela não gosta de ficar sozinha. Ela odeia, e isso desde que nasceu. Eu escolhi criar ela assim, com apego. Abre parêntesis: você já notou como essa história de método de criação aqui nos USA é ou 8 ou 80? Você escolhe seu método, compra livros e não existe um meio termo. Mas é difícil demais! Principalmente quando o meu cabelo tá seboso e eu não posso lavar porque a Liana não deixa, ou quando eu queria tanto dormir e ela acorda a cada uma hora e meia. Pois é, ninguém disse que seria fácil mesmo. Mas putz, tem dia que é difícil pra caral….
    Rita

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    1. Nossa Rita! Simmm! Aqui nos EUA eh mto 8 ou 80! Complicadissimo! O bom eh q o Marido assume as funcoes do Thomas a noite e eu posso ficar alguns minutos livres pra tirar sobrancelha, lavar l cabelo, etc! Kkkk a Liana tb eh do Time do Thomas? High need total? To fazendo um post sobre isso tb… Rs
      Eh super complicado e agora ele com quase 17 meses, tem
      Sido um pouco melhor, mas ele ainda se agarra em mim ou no pai cada vez que vamos a um lugar difefrente, chora muuuuuuito pra qqer coisa., enfim, bola pra frente q uma hora vai dar saudade! Rd

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  8. Olha eu acho que muito dessa necessidade de atenção do seu filho se deve ao fato de que desde que nasceu vcs meio que se mudaram p exterior e logo num país diferente ele depende e só tem voce e seu marido o tempo todo…ele recebe tençao o tempo todo, já que voces so tem a ele e ele so tem a voces! a criança fica dependente, e filhos unicos se acostumam a ter as coisas sempre…menos frustraçao, menos angustia! quando se deparam com situaçoes em que tem de lidar com isso nao vao muito bem mas com o tempo eles crescem, vao pra escola e aprendem a andar com as proprias perninhas

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  9. Exatamente! Sim, a mão às vezes coça para dar “um tapa”. Às vezes são muitos gritos, às vezes a gente não pode nem ir ao banheiro.
    Acho que todo bebê tem essa época de ser bastante apegado e não querer ficar sozinho. Assim também é Alice, que anda bastante grudada em mim. Confesso que sempre quis uma filha grudentinha, mas tem vez que a gente quer dar um suspiro hehehe
    Ainda assim, controlo meus nervos e sigo na base do respeito, mesmo errando alguns dias.

    Beijos!

    http://asaladadefrutas.blogspot.com.br/

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  10. oi carol! adorei o texto. eu pelo visto faço essa linha de vcs, percebo que tenho ido pelo metodo apegado, pois o matheus e cmg da msm maneira que o thomas e com vc. so que qd eu estou na tpm, meu nivel de irritaão fica muitoa lato e a paciencia zera, eu tipo nao sei lidar com o fato de eu falar nao 18765320 vezes e ele ignorar, tento contar ate 87652 no final eu grito, perco a estribeira… depois ele esquece e continua me amando, mas eu fico pessima com peso na consciencia, so que eu nao sei o que fazer… e ai???? ajudai ai

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